Com o uso, a superfície dos Ecrans pode apresentar
depósitos indesejáveis que absorvem parte da luz emitida por ele,
levando a falhas na imagem. Em outros casos, podem ocorrer reduções
na eficiência geral do sistema por absorção distribuída da luz emitida.
Além disso, com o tempo, a adesão de material
sobre as superfícies emissoras pode levar ao acúmulo de cargas eletroestáticas
que, como resultado de grudamentos dos filmes com as mesmas, pode
levar a ocorrência de descargas, quando da retirada das películas
após a exposição, danificando as imagens.
Ao se instalar ecrans novos nos chassis e também
durante o seu uso, deve-se verificar, periodicamente, a possível
ocorrência de danos como falhas, riscos ou manchas na camada de
proteção (superfície), observando por reflexão.
A camada de proteção é aplicada com o objetivo
de evitar o acúmulo de cargas eletroestáticas sobre as superfícies,
proteger a camada emissora propriamente dita, e também prover uma
superfície resistente que permita a limpeza periódica, desde que
cuidadosa, sem danos às mesmas.
A camada protetora pode se gastar com o tempo,
tanto por excesso de atrito durante a introdução e retirada dos
filmes dos chassis, como por inadequado processo de limpeza.
A limpeza cuidadosa deve ser feita com um algodão
umedecido com solução anti-estática de boa qualidade sobre as superfícies
para que estenda a vida útil dos ecrans, que desta forma, mantém
as superfícies livres de partículas abrasivas. Após a limpeza, deve-se
deixar que sequem completamente antes de fechar os chassis.
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