Cláudio
Carvagere
Desde sua formação profissional, realizada na Escola
Senai de Artes Gráficas, Claudio Carvagere sabia que a Indústria
Gráfica seria seu destino. Na verdade, Claudio iniciou cedo
sua carreira, ingressando no mercado por meio de um estágio
na Editora Abril, através do qual conseguiu uma bolsa de
estudos que lhe permitia freqüentar o curso técnico
e, nas férias, estagiar na Editora.
Depois de formado, Claudio passou a se dedicar integralmente
à Editora Abril, onde ficou por três anos. Nesse meio
tempo, diz, aprendeu muito, principalmente com Pietro Chasseur,
que trouxe a padronização gráfica para a empresa.
"Tive a oportunidade de acompanhar o trabalho de Chasseur e isso
foi uma grande escola."
Utilizando o conhecimento adquirido pelos anos de Editora Abril,
Claudio lecionou no Senai, onde havia se formado anos antes, e
posteriormente transferiu-se para a Eastman Kodak, trabalhando
no setor de vendas. Foi a oportunidade de aliar o conhecimento
técnico que tinha a uma nova área que acabou por predominar
em sua carreira.
"Cada vez mais o mercado exige que o vendedor tenha conhecimento
pleno sobre aquilo que está vendendo. Mais do que nunca,
o mercado está exigindo trabalhos eficientes de assistência
técnica e o setor de vendas tem sua contribuição
a dar nesse sentido."
Na Kodak, atuou como superintendente de vendas para os mercados
do Rio de Janeiro e região Nordeste, período em que
realizou um curso de aprimoramento em Rochester. Depois, foi convidado
para dirigir a reestruturação da Kodak na Argentina,
onde conseguiu resultados extremamente positivos. "Em seis meses
conseguimos 14% do mercado argentino", lembrou.
De volta ao Brasil, foi convidado a assumir a direção
da linha gráfica da companhia no pais. Com a formação
da Kodak Polychrome Graphics, em 1999, Claudio acabou por se desligar
da empresa, aceitando o convite do amigo Luiz Nei para trabalhar
na IBF como diretor comercial. "Na época, eu tinha outros
planos, mas acabei aceitando. Hoje, posso dizer com orgulho que
visto totalmente a camisa da IBF, eu e o Luiz (Nei) somos muito
amigos. Hoje, sou conhecido como o Cláudio da IBF", disse.
Fora o dia-a-dia de trabalho, Claudio Carvagere não possui,
segundo ele mesmo define, grandes hobbies. Mas não descarta
iniciativas culinárias, principalmente de pratos mediterrâneos.
"Sempre fiz o que gosto e aconselho a busca constante por transparência
e observação das principais tendências de mercado",
finalizou. |
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